Rostos, movimentos, cordialidade, renascimento, morte
Prós e contras (...)
De um lado a inocente criança, do outro a deprimente lambança
Dois lados da única mão, mão está que esfrega a vergonha, suja a paciência
Invade a complexidade e faz o incorreto lhe parecer útil
Onde iremos chegar?
- Até a esquina!
Contrapondo passos, debochando da incapacidade própria
Embriagados, completamente fora do ser
Ser este que era pra ser e não é
Ou hora é, e hora deixa pra lá
São lados, dois lados!
Pudera eu desfazer toda essa falta de caráter, reavaliar o certo e o quase certo
Destemida: enfrentaria as regalias, julgá-las-ia com o meu senso.
Quanta utopia nessa cabeça
Cabeça que pensa
Pensa que hora está vazia, ora cheia demais pra pensar em qualquer problema a mais
Talvez enlouquecida, insana!
Mas quem garante que o meu mundo não é melhor que a realidade?
Vivemos num lugar preto e branco, com regras
O ser precisa ser controlado para aprender o que é correto
À uma hora dessas, você afirma:
- É louca mesmo!
E se sou louca, prefiro continuar com essa doença
Doença que me move com sede de querer soluções
Soluções que estão em um dos lados daquela mão!
Basta apenas lavá-las, e escolher (...)
E nesta hora eu me pergunto:
- Saberão escolher?
E lhes pergunto:
- Conseguirá vocês sair da esquina e chegar à próxima rua?
Prós e contras (...)
De um lado a inocente criança, do outro a deprimente lambança
Dois lados da única mão, mão está que esfrega a vergonha, suja a paciência
Invade a complexidade e faz o incorreto lhe parecer útil
Onde iremos chegar?
- Até a esquina!
Contrapondo passos, debochando da incapacidade própria
Embriagados, completamente fora do ser
Ser este que era pra ser e não é
Ou hora é, e hora deixa pra lá
São lados, dois lados!
Pudera eu desfazer toda essa falta de caráter, reavaliar o certo e o quase certo
Destemida: enfrentaria as regalias, julgá-las-ia com o meu senso.
Quanta utopia nessa cabeça
Cabeça que pensa
Pensa que hora está vazia, ora cheia demais pra pensar em qualquer problema a mais
Talvez enlouquecida, insana!
Mas quem garante que o meu mundo não é melhor que a realidade?
Vivemos num lugar preto e branco, com regras
O ser precisa ser controlado para aprender o que é correto
À uma hora dessas, você afirma:
- É louca mesmo!
E se sou louca, prefiro continuar com essa doença
Doença que me move com sede de querer soluções
Soluções que estão em um dos lados daquela mão!
Basta apenas lavá-las, e escolher (...)
E nesta hora eu me pergunto:
- Saberão escolher?
E lhes pergunto:
- Conseguirá vocês sair da esquina e chegar à próxima rua?
Nenhum comentário:
Postar um comentário