É incrível a velocidade como algumas pessoas passam pela nossa vida, na maior parte do tempo as que têm de ficar vão e as que ficam, ainda assim, um dia tem de ir embora.
Me falaram uma vez “querer é poder”, foi puro jogo de cintura.
Parei de acreditar, às vezes acho que me fizeram capaz de sentir demais
(alegrias demais, tristezas demais, saudades demais...)
Aprendi que dosar palavras tem suas vantagens, e que esperar cem por cento de alguém não adianta, quando nem ao menos dou cem por cento de mim.
Somos nós como navios, esperando um porto pra ancorarmos sempre, acreditando que nenhuma tempestade rasgará as velas, despedaçará os frágeis pedaços de madeira.
Ando entre sonho e razão, realidade e ilusão, acreditando que o que se quebra sempre tem concerto.
Jogando fora os acasos, exigindo apenas de cada momento, um segundo de eternidade.